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adam (guest) 27 Mar 2011 20:56
in discussion Hidden / Per page discussions » Carta ao reitor Adolpho Melfi

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by adam (guest), 27 Mar 2011 20:56
Vânia de Oliveira Gonzalez (guest) 16 Mar 2011 15:18
in discussion Hidden / Per page discussions » Moção de Apoio à Ocupação da Moradia da UNICAMP

Todo apoio à luta por permanência estudantil!

by Vânia de Oliveira Gonzalez (guest), 16 Mar 2011 15:18
Guilherme Vieira dos Santos (guest) 07 Dec 2010 05:16
in discussion Hidden / Per page discussions » 2001 Relatorio Diva

Nossa gente tô chocado,

esse texto mais parece com controle ideologico. O Coseas não esta fazendo uma analise profissional da situação do Crusp, ele esta meramente julgando os alunos que estão lá.
Alem de o texto mostrar completo desconhecimento da realidade do Crusp, tratando este como um "gueto". Ele revela total incompetência dos profissionarios que o redigiram, alem de preconceito!

Esse pode ser chamado de um WikiLeaks - USP hehehehehehe

continuem o trabalho

Abraços!

by Guilherme Vieira dos Santos (guest), 07 Dec 2010 05:16

Acredito que as assistentes do Coseas não leram o artigo 6º que é citado neste documento

by Andrew (guest), 27 Oct 2010 18:43
Pobre e ferrada pelo aloja sc (guest) 21 May 2010 03:29
in discussion Hidden / Per page discussions » Rosa Godoy destituída

Enquanto isso na usp sao carlos, a camila rosa godoy dando bolsa pra nego rico e submetendo os moradores do alojamento a todo tipo de humilhacao.

by Pobre e ferrada pelo aloja sc (guest), 21 May 2010 03:29

Vamos discutir em reunião interna aberta.
Por favor aguarde resposta até o dia 27.

Saldações uspianas!

Olá pessoal. Gostaria, em nome dos moradores da Moradia Estudantil da Unicamp (Moras) parabenizar a ocupação!
Passamos por problemas parecidos. Nossa administração é feita por um professor indicado pela reitoria, não há a menor participação dos moradores. Embora nosso DCE jure que o Conselho Deliberativo da Moradia seja paritário temos que ouvir dos docentes, entre outras coisas, que não passamos de "mendigos que sobrevivem das migalhas da universidade".
Bem, por aqui passamos atualmente por sérios problemas. Além de uma moradia SUPER-MEGA-HIPER-lotada, "reformas" que demoram a concluir, este ano as famílias e crianças estão sendo expulsas.
Aqui, temos algumas casas que denominamos estúdios, que são para estudantes casados e com filhos. Mas, segundo uma consideração absurda do SAE (equivalente ao COSEAS), crianças com ou mais de sete anos não podem mais morar conosco. Isso porque eles consideram que somos um bando de deliquentes, vândalos e péssimo exemplo para elas, como expressaram claramente nas cartas de expulsão enviadas aos pais. Nem consideram que estas crianças fazem parte de nossa comunidade e que a tratamos como moradoras, com os mesmos direitos que qualquer outro morador.
Além disso, algumas casas correm o risco de serem lacradas por causa da presença de hóspedes.
Todas as nossas salas de vivência coletiva (salas de estudo, ateliê, lab de fotografia, informática, cozinha e todos os projetos que custamos a colocar em prática para melhorar a convivência dos moradores) estão sendo fechados e impedidas de funcionar pela Adm.
No mês passado a polícia militar entrou na moras, invadiu uma casa, ameaçou os moradores e espancou um garoto numa noite de sábado.
Nossa TV Pirata (TV Piolho), teve os materiais apreendidos pela adm, sendo proibida de voltar a programação na moras.

Já começamos a nos organizar, e espero que uma ação radical seja tomada. Não só pelas nossas reivindicações, mas para unir nossas lutas em defesa de uma universidade para todos.

Saudaçõe companheiros!

Moradia Unicamp by Renata (guest), 23 Apr 2010 00:05
Sarau da Cesta na Ocupação dia 29
Cláudio (guest) 21 Apr 2010 15:24
in discussion Hidden / Per page discussions » COSEAS Ocupada!

Sarau da Cesta na Quinta (dia 29 de Abril) na COSEAS Ocupada. Apoio: CAELL - Centro Acadêmicos de Estudos de Letras e Linguística

Pode ser? É só chegar?

Sarau da Cesta na Ocupação dia 29 by Cláudio (guest), 21 Apr 2010 15:24

Além da ilegalidade, é uma afronta à dignidade dos alunos que necessitam de moradia, sendo que é extremamente nocivo à saúde e os efeitos da radiação ainda são desconhecidos! O bloco "D" é justamente aquele com apartamentos reservados à deficientes físicos!

Na capital paulista, por exemplo, foi aprovada legislação no sentido de que as antenas a serem instaladas devem ficar a 30 metros de distância da divisa do imóvel onde estiver instalada e sua potência não poderá ultrapassar 435 microwats por centímetro quadrado.Os perigos das antenas e dos telefones celulares e sem fios

O rápido crescimento do número de usuários da telefonia celular (bem como de outros meios de comunicação sem fio) tem chamado a atenção, em todo o mundo, para os possíveis riscos que poderiam ser causados pela exposição humana aos campos eletromagnéticos gerados por aparelhos celulares ou estações rádio-base (torres de celular).

Estudos científicos sobre os efeitos das radiações eletromagnéticas no corpo humano vêm sendo realizados há aproximadamente 45 anos, e foram intensificados na última década. Com base nos resultados destes estudos, acredita-se, hoje, que as configurações utilizadas nas estações rádio-base não causam qualquer efeito adverso à saúde ou ao meio ambiente. Diretrizes e normas foram criadas por organizações reconhecidas mundialmente, tal como a Organização Mundial da Saúde, para fixarem limites bastante seguros de exposição aos campos eletromagnéticos. A Telefonia Celular ressalta sua preocupação em cumprir todas as normas e recomendações de organismos nacionais e internacionais que tratam do assunto.

O consumidor terá de esperar ao menos dois anos pela primeira pesquisa que visa responder se a radiação eletromagnética emitida pelos celulares faz mal à saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) pretende divulgar, em 2003, um estudo que procurará esclarecer a polêmica questão. Por enquanto, as opiniões de cientistas e de médicos ainda se dividem. Dependendo da quantidade de radiação absorvida pelo corpo humano, o usuário poderá desenvolver doenças como glaucoma e catarata. “Os riscos a longo prazo, como o desenvolvimento de tumores cancerígenos, é que ainda não foram comprovados e serão o principal tema de investigação por parte da OMS”, acrescenta.

Para o neurologista e professor da Universidade Federal do Paraná Affonso Antoniuk, todo tipo de radiação é preocupante e pode, inclusive, contribuir para o aparecimento de doenças como o câncer. No caso dos celulares, o tempo de exposição faz diferença. “O ideal é que uma pessoa adulta use o aparelho por, no máximo, seis minutos ao dia. Já uma criança, cujo cérebro ainda está em formação, nunca deve chegar perto dos telefones celulares”.

As diferentes versões sobre o tema reforçam que o celular é mais um exemplo de descaso com a saúde do consumidor. Em nome dos interesses comerciais, a tecnologia foi introduzida em larga escala no mercado sem que sua segurança fosse atestada.

O problema da radiação começa já na concepção do aparelho. As antenas dos celulares são uma adaptação das antenas utilizadas em rádios portáteis, ou seja, elas não foram feitas para emitir ondas eletromagnéticas e sim, para apenas recebê-las. O ideal seria uma antena bidirecional. Assim, a radiação seria emitida apenas na direção contrária à cabeça do usuário (as antenas comuns emitem radiação em todo o entorno da cabeça), o que diminuiria em até dez vezes a absorção das ondas eletromagnéticas.

O sistema de telefonia celular é responsável pela emissão de ondas eletromagnéticas de 10 MHz a 300 GHz. Alguns pesquisadores estabelecem uma correlação entre a exposição a esse tipo de radiação e o surgimento de alguns tipos de doenças, em especial o câncer, enquanto outros, simplesmente, negam qualquer possibilidade de que isso ocorra, apontando total falta de consenso sobre o assunto.

Entre os possíveis danos associados aos efeitos térmicos da radiação emitida pelos aparelhos celulares e as antenas de transmissão, estão a exaustão, choque térmico, estresse, queda no desempenho de tarefas, pressão cardíaca, alterações em funções neurais e neuromusculares e ocorrência de catarata. Embora ainda não exista consenso acerca do tema, vários estudos sugerem que esta radiação possa interferir nas ondas cerebrais, alterando a pressão sangüínea, reduzindo respostas imunológicas e provocando enxaqueca, insônia, síndrome de fadiga com prejuízo da memória de curto prazo e epilepsia.

O aparelho, no geral, já é uma somatória de defeitos e quem paga é o consumidor. A indústria de telefonia tem projetos patenteados de aparelhos com novos tipos de antena e com menor nível de radiação. Mesmo assim, esses modelos não estão disponíveis ao consumidor.

Se não há consenso entre os especialistas sobre o assunto, o que impera na indústria da telefonia é o silêncio. Quando falam a respeito, os fabricantes apenas ressaltam que a radiação não faz mal à saúde. Além da radiação, as ondas aquecem o cristalino, e isso pode tornar a lente cada vez mais opaca, como se cozinhasse num microondas. E cataratas, que pode ser desencadeada a médio e a longo prazo.

A ICNIRP é uma organização não-governamental, ligada à OMS, que definiu a quantidade de energia que o corpo humano pode absorver sem trazer prejuízos à sua saúde, pelo menos no que diz respeito aos efeitos a curto prazo ou térmicos, como catarata ou degeneração dos neurônios. Este nível, calculado em 2 watts por quilograma de tecido, é chamado de SAR ou taxa de absorção específica (os Estados Unidos adotaram um nível mais baixo ainda, de 1,6 W/kg).

No Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou uma resolução que obrigará os fabricantes de celulares a comprovar o nível de SAR de seus aparelhos. O problema é que a Agência estabeleceu um prazo muito extenso para o cumprimento da resolução: 180 dias, contados a partir do dia 12 de abril de 2001. Na prática, ainda vai demorar alguns meses até que as empresas tenham de informar o valor na embalagem ou no manual de seus celulares. Enquanto isso, o consumidor, que continua sem informações claras e precisas a respeito, só tem uma opção: ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) das empresas ou acessar seus sites para saber qual celular emite o menor nível de radiação.

Uma pesquisa feita pelo Idec descobriu que as empresas Ericsson e Motorola oferecem o limite de SAR de alguns de seus modelos em suas páginas na internet. Entre os sete SACs pesquisados, três não souberam informar qual de seus aparelhos tem o menor índice de radiação: da Samsung, da Motorola e da Qualcomm. O nível máximo encontrado foi de 1,35 W/kg. Portanto, todos os que responderam ao Idec estão de acordo com a norma vigente.

As estações rádio-base (ERBs), ou torres de transmissão de celular, também podem representar um risco para a saúde humana. “A instalação das torres de celulares é caótica, principalmente na região metropolitana. Muitas são instaladas perto de janelas de prédios e andaimes”, acrescenta um especialista. Portanto, é importante que a população fique atenta para que as torres não sejam instaladas a menos de cinco metros de sua residência, escola ou trabalho.

Além da proximidade, outro problema, é o longo período de exposição de quem mora perto das antenas. Assim como acontece com os aparelhos, não existe um estudo definitivo sobre os danos à saúde da radiação emitida pelas torres.

Enquanto o cenário permanece indefinido, o consumidor deve ter cautela. Algumas recomendações podem ajudá-lo a ter uma atitude preventiva:

Use o celular o menos possível.

Mantenha o aparelho o mais longe que puder de sua cabeça. Não esqueça de puxar completamente a antena antes de ligá-lo.

Prefira não usar o aparelho em automóveis. Como os carros são metálicos, o celular opera na máxima potência. Isso quer dizer que a radiação emitida é maior, o que, além da saúde, também pode ocasionar problemas na comunicação entre o celular e a torre de transmissão e diminuir a potência da bateria.

Estudos desaconselham o uso de celular por crianças e jovens de até 16 anos. O departamento de saúde britânico recentemente obrigou os fabricantes de celular a informar os consumidores, por meio de folhetos, sobre esse risco.

Antes de comprar um celular, faça uma pesquisa para saber qual modelo tem o menor nível de SAR, ou seja, os que emitem menos radiação. Fique atento à embalagem e ao manual dos aparelhos, que devem ter essas informações, segundo a assessoria da Anatel, a partir do dia 12 de outubro de 2001. Se possível, use o fone de ouvido ou o recurso de viva-voz.

O mercado de telecomunicações não pára de crescer, com a incorporação de novas tecnologias, principalmente sem fio (wireless), ao dia-a-dia de pessoas e empresas. No Brasil, esse crescimento criou um modelo de negócios em que chegar ao usuário antes do concorrente significava atender parte importante de uma demanda reprimida por décadas de monopólio estatal e atraso tecnológico.

Um dos lados mais visíveis (e polêmicos) dessa corrida – nem sempre caracterizada pelo cavalheirismo entre as operadoras são as torres nas quais as antenas ficam penduradas. Visível porque além de feias, elas são imensas: fincadas no solo, chegam a medir 70 metros de altura.

Polêmico porque proliferam em ritmo tão acelerado quanto desordenado, ajudando a degradar a paisagem, principalmente nos grandes centros urbanos, onde o tráfego de comunicação é maior.

Segundo a Anatel, as operadoras de celular têm mais de 14.000 estações rádio-base (ou ERBs, que no jargão técnico significa antenas) em funcionamento. Há mais um tanto pertencente a outros prestadores de serviços de comunicação wireless, como emissoras de rádio e TV, empresas de paging e trunking, operadoras de telefonia por satélite e também de telefonia fixa. E como o modelo de negócios vigente levava à demarcação de território para se obter vantagem competitiva, a maior parte dessas torres é de uso exclusivo de uma única empresa. E nem todas estão regulamentadas, quer porque em certas localidades não houvesse legislação à época de sua implantação, quer porque as operadoras tenham contornado a burocracia partindo para a prática.

Forte, Corado e Roliço (guest) 05 Apr 2010 05:02
in discussion Hidden / Per page discussions » Resposta do Prof. Pedro Luís Machado Sanches à "Mensagem" da COSEAS

Me espanta como as assistentes sociais da COSEAS realmente acreditam que fazem um bom trabalho. São burras mesmo. A tia Rosa é cínica, tem um certo vislumbre de algo mais profundo mas não está nem aí. Vomita falácias em público porque não se importa realmente com a opinião dos outros. O poder é dela, portanto foda-se o resto. Mas suas subordinadas são umas antas. Não percebem as atrocidades que cometem. São nossas Eichmann. É um troço incrível.

by Forte, Corado e Roliço (guest), 05 Apr 2010 05:02
Victor (guest) 02 Apr 2010 02:46
in discussion Hidden / Per page discussions » Resposta ao Magnífico

[i]Muitos membros do DCE […][/i]

Pelo divulgado aqui neste blog, a iniciativa da ocupação não foi de "membros do DCE com camisetas do Che Guevara", e sim de moradores (e pretendia-ser-morador) do próprio CRUSP, ou seja, seus próprios colegas na assistência à permanência, que não tomariam a atitude extrema de ocupa um prédio caso não realmente necessitassem do auxílio, se tivessem apoio familiar por "nunca terem precisado trabalhar na vida". Pense nisso.

Quanto à parte "que de forma alguma são prejudicados pela greve": não é uma greve com nenhum tipo de mega-paralisação, é uma ocupação, e se você acessar o link a seguir:

http://coseas-ocupada.wikidot.com/informe:20100325-18-00-atrapalhando-o-servico

Verá que a intenção dos ocupantes não é a de atrapalhar a rotina do estudante e que a autonomia de tomar as decisões referentes à ela está nas mãos da administração do refeitório e etc.. Segunda-feira estarei em aula e farei questão de ir ver se o bandejão estará funcionando.

É bom ver opiniões contrários, mas opiniões que sejam menos baseadas em critérios pessoais e lugar-comum de crítica ao "estudante drogado vagabundo".

by Victor (guest), 02 Apr 2010 02:46

não conseguiu convencer.

Parabéns à manifestação do professor por ter trazido à tona o que podemos perder na questão "humana" com políticas rígidas de administração do CRUSP.

Muito bom.

O usuário Serviço Social by Victor (guest), 02 Apr 2010 02:09
Eduardo Rodrigues (guest) 01 Apr 2010 18:23
in discussion Hidden / Per page discussions » Resposta ao Magnífico

Prezado colega,

O SINTUSP e os professores órfãos da ditadura - sempre precisaram de uma ditadura para legitimar suas ações arbitrárias… - não compartilham conosco objetivos como a luta por uma universidade pública e de qualidade: basta dar dinheiro que eles voltam à atividade, estando a USP em estado precário ou não.O mesmo pode ser dito a respeito de partidos - PSTU e PSOL, para ser mais preciso - que vêem na USP um espaço provedor de militantes em potencial para suas causas. Quando se trata de ações de melhoria, seu discurso está aquém das nossas necessidades. Posso falar um pouco sobre mim? Vamos lá:
Sempre estudei em escola pública e por meio de muito esforço foi aprovado no vestibular. Dependo do bandeijão para me alimentar, dependo do circular para me locomover, preciso de bibliotecas, pois não tenho direito para acomprar as obras das quais necessito e, por não ter convênio médico, preciso ser atendido no HU. Muitos membros do DCE, que dizem ser nossos representantes, jamais trabalharam na vida, estudaram em escolas tradicionais, não são de forma alguma prejudicados pela greve e, quando o curso terminar, vão deixar a camisa do Che Guevara de lado, fazer a barba, cortar os cabelos e se lembrar com saudosismo dos seus anos (três ou quatro) de "intensa militância política"; pessoas como eu, que de fato necessitam da USP, não mais caímos nesse discurso de funcionários e partidos estatizantes que usam os alunos e sua causa para manter seus privilágios. Posso não concordar com tudo que o Rodas diz, mas o admiro por estar ao menos tentando mudar esse estado de coisas que tanto nos prejudica. Ponto para a nova reitoria! Pode me crucificar, colega, mas já me cansei que dar a cara a tapa por pessoas que ganham muitíssimo acima da média, têm ambições político-partidárias subterrâneas e não exitam e usar violência para silinciar seus opositores. Para pessoas como eu, não se trata de brincar de guerrilha de condomínio e nem bancar o estudante parisiense de 1968: é uma questão de colaborar com minha família que precisa de mim e conta com minha formação acadêmica e também uma questão moral acima de qualquer interesse partidário: retribuir à sociedade a oportunidade que me foi dada e mostrar para outras pessoas de fato excluídas como eu que o ingresso na universidade pública é possível, é um direito, e, por essa razão, deve ser honrado por meio da construção do conhecimento e do respeito ao dinheiro do contribuinte. Sei que não é o discurso proveniente de uma cartilha partidária tão comum a muitos de nossos colegas - talvez nem seja o comentário que você gostaria de ver publicado aqui…-, mas é a percepção de alguém que verdadeiramente ter amor à Universidade de São Paulo, independentemente das convicções ideológicas de quem a está dirigindo.

by Eduardo Rodrigues (guest), 01 Apr 2010 18:23
Resposta ao COSEAS
Helen (guest) 01 Apr 2010 02:02
in discussion Hidden / Per page discussions » Resposta ao spam do COSEAS

E-mail enviado ao COSEAS:

Ainda não estou participando da ocupação mas já precisei do Coseas
[quando sobrevivia com bolsa da pró-reitoria de iniciação cientifica +
monitoria no meu Instituto] e encontrei portas fechadas.

Já precisei e não fui atendida! Morei de favor durante um ano na casa
de uma amiga perto da USP, super situação chata.

Na ocasão, reclamei com a assistente social sobre como era o processo
seletivo e nada muda! A verdade é que eu conheço pessoas que não
precisam da vaga e tem a vaga, alguns nem moram lá, só ocupam a vaga!
Absurdo! Durante meus dois ultimos anos de graduação, paguei aluguel
com bolsa ensinar com cultura e extensão mais monitoria/ dinheiro
extra em aulas particulares.

Tive bolsa-alimentação nos primeiros anos de graduação, e concordo com
os ocupantes quanto aos problemas que envolvam moradia.

Uma coisa é fato: bem, o Coseas não funciona!

Não sei se o ideal era ocupar, mas certamente, alguma coisa deveria ser feita!

Resposta ao COSEAS by Helen (guest), 01 Apr 2010 02:02
Diego de Itu (guest) 26 Mar 2010 05:22
in discussion Hidden / Per page discussions » Resposta ao spam do COSEAS

Morei de 2000 a 2007 no CRUSP, um ano a meio de alojamento e somente um ano "legalizado", dei um gás na AMORCRUSP também e me mantenho conectado à parada e, o porque disso ser importante, é que é MUITO BOM chegar lá de buenas rever amigos e descobrir que realizaram um sonho antigo.

E é muito bom também ver que os ativos são firmeza, tão respeitando a história de todo mundo e estão fazendo a deles.

Saca? Pô, gosto, muito, do estilão antigo do CRUSP! Ninguém aprende muito sentado 5h ouvindo palestra de professor mesmo, que se expandam os métodos de ensino, sem essa de só "atualizar".

eheheh e ocupação ensina muito!

Jorge, informação é o centro de tudo, você viu a sala Santander(?), e tudo o que a galera apontou como motivos da ocupação eles têm como demonstrar em papéis reais.

Muitos anos, muitos humanos mesmo. Mas agora está ficando muito mais claro, arquivos abertos, eles não conseguem convencer ninguém!

Abraço a todos!
INté!

by Diego de Itu (guest), 26 Mar 2010 05:22

Massa galera!

Parabéns mesmo pela atitude e vibração.

A parada tá fluindo em seus plenos alicerces. Não tem mais nem menos, só o que é.

Abração mesmo!
INté!

E dá-lhe liberdade! by Arqueiro (guest), 26 Mar 2010 05:02
quequeisso!!!
rodas godoi (guest) 24 Mar 2010 05:43
in discussion Hidden / Per page discussions » CRUSP = prisão (depoimentos)

nosso manual de plantão é vigiar e punir, se esses baderneiros estão fazendo isso eles precisam de um psiquiatra!!! onde já se viu, uma gestão de pessoas tão incoerentes e grossas!!! tô passada… ui!!!

quequeisso!!! by rodas godoi (guest), 24 Mar 2010 05:43

"Em relaçao a nossa qualificação para selecionar novos moradores, temos a dizer que nosso curriculum de formação nos prepara para isso."

Qualificação? Prepara? Para quê? Para isto:

"Mas você é loira", disse a assistente social a aluna ingressante este ano que solicitava vaga no alojamento do Crusp.

"'Calma' você pede ao seu papai e à sua mamãe" disse irritada outra assitente social, também neste início de semestre, jogando a papelada que segurava nas mãos sobre a mesa em frente a um incrédulo garoto que também pedia alojamento e pedira calma a uma assistente que o maltratara verbalmente.

by Solange (guest), 23 Mar 2010 13:29

Prof. Pedro,
O diagnóstico legítimo da situação a que o sr. se refere, responde extamente qual o sentido do nosso trabalho, pois após 7 anos de vivência cruspiana já não precisa mais do aparato da Universidade para seguir estudando, isso é autonomia!
Comparar a ocupação com o movimento estudantil de 68 nos parece uma leitua equivocada dos acontecimentos, fora do contexto.
Em relaçao a nossa qualificação para selecionar novos moradores, temos a dizer que nosso curriculum de formação nos prepara para isso. Professor, como pesquisador compareça ao local e ateste novamente. Acesse o blog: ocupacaoservicosocialusp.blogspot.com

by Serviço social (guest), 22 Mar 2010 14:53
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